A Aliança está comprometida em proteger a Amazônia. Qualquer desmatamento e danos ao bioma da Amazônia são inaceitáveis. Como signatária da Moratória da Soja (“Lista da Moratória da Soja”), a Aliança desenvolve e fortalece constantemente seus controles e procedimentos de rastreamento quanto a formação das lavouras, além de parcerias com órgãos reguladores ambientais e organizações não governamentais, comunidades locais, produtores, governos e clientes para aumentar a consciência e medidas de conduta proativas para preservar o importante ecossistema da Amazônia.

A Aliança cumpre rigorosamente a Moratória da Soja na Amazônia e não compra soja de floresta desmatada após julho de 2008.

Como tal, a Aliança oficialmente declara e informa que nunca esteve e não está envolvida nem foi acusada de quaisquer atividades ilegais que violem as regras e regulamentos ambientais, tanto no Brasil como em operações mundiais. Todas as atividades comerciais da Aliança são conduzidas em estrita conformidade com as leis aplicáveis e normas ambientais. Portanto, quaisquer informações e alegações contidas em quaisquer veículos de mídia que aleguem o contrário são injustificadas e infundadas.

As compras de soja pela Aliança são realizadas sob rigoroso controle interno de conformidade antes da realização das operações, que são auditadas por empresas de auditoria ambiental independentes certificadas pela ANEC (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) e ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) para o cumprimento da Moratória da Soja: tais relatórios de auditoria certificam que a Aliança cumpre integralmente todos os requisitos da Moratória da Soja e todas as compras de soja foram conduzidas explicitamente em relação à lavoura colhida em áreas que não foram incluídas na lista da Moratória da Soja.

Como parte do processo de integridade e condução de procedimentos de controle interno, a Aliança tem desenvolvido e constantemente aumentado o nível de controle sobre as operações, bem como implementa procedimentos muito rígidos, como segue:

  1. em 2018 e até maio de 2019, o back-office confrontava as áreas de cada produtor com a lista ANEC de áreas embargadas antes de cada compra;
  2. desde maio de 2019 a Aliança utiliza serviços eletrônicos terceirizados para monitorar constantemente as áreas de formação de lavouras embargadas pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Dessa forma, qualquer produtor indicado em qualquer uma das listas de infratores citadas é automaticamente bloqueado no sistema ERP da Aliança e banido para todas as transações e pagamentos;
  3. além disso, desde abril de 2021 a Aliança analisa dados de mapas de satélite e cruza os dados coletados com a origem da lavoura;
  4. como procedimento regular e geral antes de cada negócio – a Aliança realiza verificações complexas de todos os produtores quanto as irregularidades fiscais, para verificar eventual indicação nas listas de infratores por desmatamento ilegal, listas Grãos Verdes e Lista de Trabalho Escravo e o mais importante – infratores da Moratória da Soja.

Ressalta-se que a Aliança, como participante das iniciativas socioambientais da Moratória da Soja, está em constante colaboração com a ABIOVE e a ANEC em todos os temas de preservação das florestas do bioma Amazônico no Brasil. Todos os procedimentos internos de conformidade e controle, desenvolvidos e implantados na Aliança, são direcionados à preservação do meio ambiente e à prevenção da comercialização da soja de origem ilegal nas áreas embargadas.

Por fim, a Aliança segue rigorosamente as regras aplicáveis, principalmente ambientais, e está comprometida em todos os níveis de operação de seus negócios no Brasil e no mundo.

Informações adicionais podem ser fornecidas mediante solicitação.

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COMUNICADO

Prezados,

A Aliança Agrícola do Cerrado, há mais de 15 anos atuando como uma das principais processadoras de soja no Brasil, inclusive com relevante participação no mercado internacional de grãos, enfrenta nesse momento um cenário adverso, marcado por forte volatilidade de preços, compressão de margens, restrição de liquidez, juros elevados e desafios logísticos.

Embora a operação de esmagamento historicamente apresente bom desempenho, perdas acumuladas na operação de trading elevaram o endividamento da Companhia. Exigências adicionais de garantias por instituições financeiras, juntamente com retenção de recebíveis e caixa, limitaram a capacidade de financiar o ciclo operacional, especialmente entre safras.

Diante dessas restrições, foi necessária a parada temporária das plantas industriais.

Apesar disso, seguimos comprometidos com a integridade e o respeito a todos os envolvidos e, para tanto, implementamos ajustes internos que garantiram os haveres trabalhistas dos nossos colaboradores e também a realização da manutenção anual da fábrica de São Joaquim da Barra/SP, manutenção essa que está sendo retomada gradativamente em preparação para a Safra 2026.

Nossa equipe permanece ativa e trabalha na recomposição de sua posição financeira, revisão do modelo de negócios e busca de alternativas para continuidade das atividades de forma imediata, com importantes oportunidades no horizonte de curtíssimo prazo.

A Companhia reafirma seu compromisso com a continuidade das operações e com a preservação de valor em benefício de seus parceiros, bem como para manter seu papel social.

Concluídas as negociações de capital e parcerias, pretende endereçar suas obrigações de forma responsável e estruturada.

Para centralizar comunicações, solicitamos que todos os contatos sejam enviados ao e-mail dedicado: alianca@aliancaagricola.com.br

Agradecemos a compreensão.

Atenciosamente,

Aliança Agrícola do Cerrado S.A.